Ad Iesum per Mariam

—

Mistérios

Teclado: → ou espaço avança a Ave-Maria · ← volta · ↓ ↑ mudam de dezena · Esc volta ao menu

Ladainha de Nossa Senhora
Observação

Ladainha Lauretana, de uso tradicional ao final do terço, sobretudo no mês de outubro. Texto conforme as invocações vigentes, incluídas Mãe da Igreja (1980), Rainha da família (1995) e as três acrescentadas em 2020: Mãe de misericórdia, Mãe da esperança e Consolo dos migrantes.

Senhor, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos.
Pai Celeste, que sois Deus, tende piedade de nós.
Filho, Redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Rogai por nós, Santa Mãe de Deus. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos. Senhor Deus, nós Vos suplicamos que concedais aos Vossos servos lograr perpétua saúde de alma e de corpo; e que, pela gloriosa intercessão da bem-aventurada sempre Virgem Maria, sejamos livres da tristeza do século e gozemos da eterna alegria. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém. ✝

Invocações aos santos de devoção
Observação

Bloco de devoção pessoal, rezado depois da Ladainha Lauretana. O texto da Ladainha é fixo e aprovado, e não comporta inserções: as invocações de devoção particular vêm à parte, como aqui. Acrescente os santos de sua devoção.

Todos os santos e santas de Deus, intercedei por nós.

Oremos. Senhor Deus, que sois glorificado em Vossos santos, concedei-nos, pela intercessão daqueles que aqui invocamos, imitar-lhes a fé e alcançar-lhes a companhia. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém. ✝

Método abreviado
Observação

Forma breve: uma única frase meditada em cada dezena, útil quando não se dispõe dos dez pontos completos.

Quando rezar cada mistério

Segunda e sábado, Gozosos. Terça e sexta, Dolorosos. Quarta e domingo, Gloriosos. Quinta-feira, Luminosos.

Observação

Distribuição sugerida pela carta apostólica Rosarium Virginis Mariae (2002), que a declara sugestão pastoral, não norma obrigatória. Antes de 2002, e ainda hoje entre quem reza os quinze mistérios clássicos de Montfort, o uso era: segunda e quinta, Gozosos; terça e sexta, Dolorosos; quarta, sábado e domingo, Gloriosos. Nesse esquema antigo os domingos variavam com o tempo litúrgico: Gozosos do Advento até a Quaresma, Dolorosos nos domingos da Quaresma, Gloriosos no restante do ano.

Terço, Rosário e indulgência

Terço é a terça parte do Rosário: cinco dezenas, como as que esta ferramenta apresenta a cada dia. Rosário, em sentido próprio, são os quinze mistérios do método de Montfort — vinte, desde que São João Paulo II propôs os Luminosos. Rezar o terço de hoje é rezar uma parte do Rosário, não o Rosário inteiro.

Observação

A confusão entre os dois termos é comum e inofensiva na conversa, mas nos textos de devoção convém guardar a distinção, sobretudo porque as promessas e indulgências ligadas ao Rosário costumam supor a recitação de cinco dezenas seguidas, com meditação dos mistérios.

Indulgência. O terço rezado em igreja ou oratório público, em família, em comunidade religiosa ou em associação piedosa tem indulgência plenária, nas condições habituais: confissão sacramental, comunhão eucarística e oração pelas intenções do Sumo Pontífice. Rezado sozinho, tem indulgência parcial.

Observação

É requerida a recitação contínua das cinco dezenas, com a meditação dos mistérios, e o acompanhamento vocal quando rezado em comum.